Battlestar Galactica Frequently Asked Questions

Versão Portuguesa

Original criado em: 24 de Maio, 1994
De acordo com o Original de: 1 de Abril, 1998
Mantido por John LaRocque (larocque@chrs.com)
Tradução criada em: 18 de Outubro, 1998
Última modificação a: 18 de Outubro, 1998
Tradução e manutenção por Cassie (cassiebsg@gmail.com) e Rodrigo

Documento Original em / Original Document at : BG-FAQ (English)

Este documento é © 1998, por John LaRocque. Todos os direito reservados.
This document is © 1998, John LaRocque. All rights reserved.

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Abreviaturas usadas neste documento::
BG, BSG - Battlestar Galactica
LL - "The Living Legend" (Lenda Viva)
SFC - The Sci-Fi Channel
NT - Nota da Tradutora (Note of the translator)

Questões gerais relacionadas com Battlestar Galactica

G1. O que é Battlestar Galactica?
G2. Quando é que Battlestar Galactica foi para o ar?
G3. Quais os episódios da Battlestar Galactica que estão disponiveis em vídeo?
G4. O que são os telefilmes da Battlestar Galactica?
G5. Quanto é que custou a série Battlestar Galactica?
G6. O que é que aconteceu ao processo contra BSG?
G7. Porque é que a Battlestar Galactica foi cancelada?
G8. O que é Galactica 1980?
G9. Haverá um renascimento da Battlestar Galactica?
G10. Pode-se ainda ver a Battlestar Galactica na televisão?

Questões relacionadas com episódios e com o universo de Battlestar Galactica

E1. Quais são as narrações de abertura e fecho para cada episódio?
E2. Quem são as maiores personalidades de Battlestar Galactica?
E3. Quais são os nomes dos doze mundos?
E4. O que é a lenda da décima terceira tribo? O que é Kobol?
E5. Quais são as localizações e lugares do universo da Galactica?
E6. Quais são os nomes das "Battlestars" e de outras naves coloniais?
E7. O que são os Cylons?
E8. Quem é o Conde Iblis? O que são os seres da nave das luzes?
E9. Quais são as outras raças alienígenas?
E10. Quais são as unidades "standard" das medidas Coloniais?
E11. Qual a letra da cantiga que o trio cantou em Carillon?
E12. O que aconteceu a Baltar na estreia? Ele não morreu?
E13. O que aconteceu a Baltar depois de ficar encurralado em Kobol?
E14. O Comandante Cain sobreviveu a "The Living Legend" (Lenda viva)?
E15. Quais eram as três tarefas que o Conde Iblis tinha que realizar para se tornar o líder?
E16. O que é que estava dentro dos destroços da nave em "War of the Gods" (A Guerra dos Deuses)?
E17. O que é que as transmissões em "The Hand of God" (A Mão de Deus) significam?
E18. A Galactica chegou eventualmente a encontrar a Terra?
E19. Qual era a premissa de Galactica 1980?
E20. O Starbuck não ficou perdido num planeta? O que é que lhe aconteceu?
E21. Existem paralelismos entre Battlestar Galactica e o Mormonismo?
E22. É a expressão "F*** Off" visível no ataque a Caprica?

Questões relacionadas com Livros, Periódicos e Recursos de Internet

P1. Que livros e periódicos existem relacionados com BSG?
P2. Quem é que posso contactar para material de fãs da Battlestar Galactica?
P3. Que material está disponível na Internet sobre Battlestar Galactica?

Questões acerca dos criadores e actores da série

C1. Quem é Glen Larson?
C2. Quem é John Dykstra?
C3. Quem são as outras pessoas criativas da Battlestar Galactica?
C4. Que outros trabalhos é que as estrelas de Battlestar Galactica realizaram?
C5. Quais as estrelas de Galactica que participaram em episódios de Star Trek?


G1. O que é Battlestar Galactica?

Battlestar Galactica estreou-se em Setembro de 1978, na cadeia de televisão ABC. Foi uma das mais espectaculares séries alguma vez produzidas para a televisão e, apesar da sua relativamente curta vida, tem hoje uma comunidade activa de fãs, podendo ainda ser vista em estações de televisão e lojas de vídeo por todo o mundo.

Battlestar Galactica nasceu da mente de Glen A. Larson, e evoluiu de um projecto anterior chamado Adam's Ark. Larson tinha largado o projecto em finais dos anos 60 ( na mesma altura em que a Star Trek original estava com a "corda na garganta" ), pondo-o em animação suspensa. Nos anos que se seguiram, Larson trabalhou em muitos programas de televisão populares, incluindo It Takes a Thief e McCloud. Só quando Star Wars se estreou nas salas de cinema em 1977 é que o projecto de estimação de Larson se tornou viável.

Larson comentou uma vez na Science Fantasy Film Classics (Outubro 1978):

Adam's Ark era algo como a origem da humanidade no Universo, pegando em algumas das histórias bíblicas e levando-as para o espaço assim que quando chegarmos com elas à Terra, não são realmente sobre coisas que aconteceram aqui, mas coisas que podem ter acontecido algures no espaço. Foi influenciado pelo livro Chariots of the Gods de Erich Von Däniken's e algumas dessas coisas... Adam's Ark ajudou a trazer um focos sobre o que o meu conceito tinha sido. Ultimamente, Battlestar Galactica é a minha ideia original, refinada até aonde eu agora fixei o meu ponto de vista sobre como todos os humanos através da galáxia evoluíram provavelmente de alguma colónia mãe.

Galactica tem sido frequentemente descrita como a Star Wars do pequeno ecrã. Vários dos colaboradores de Star Wars trabalharam em Galactica, incluindo John Dykstra nos efeitos especiais, e Ralph McQuarrie e Joe Johnston, que trabalharam nos 'designs' iniciais. O elenco do novo "Wagon Train to the stars" foi liderado por Lorne Greene, mais conhecido como Ben Cartright de Bonanza. Um importante componente da séries é o Produtor Supervisor da série Leslie Stevens (The Outer Limits), que também produziu para a NBC Buck Rogers of the 25th Century de Glen Larson.

Os trajes especiais por Jean-Pierre Dorleac contribuíram para o estilo e sensação do universo de Battlestar Galactica, assim como o excitante tema musical de Stu Phillips e da Los Angeles Philharmonic. O Tema da Galactica foi escrito em colaboração com Glen Larson, ex-membro dos The Four Preps. Os trajes, nomes e temas da Galactica foram influenciados por fontes clássicas—Egípcias, Fenícias, Hebraicas—e ainda por outras mais modernas (Von Däniken, as próprias raízes Mormon de Larson.)

Inicialmente planeado como uma série de telefilmes constituídos por uma estreia de três horas e dois filmes de duas horas, os executivos da ABC decidiram elevar o projecto a uma série de televisão por inteiro, depois de verem a primeira meia-hora. O acordo foi assinado várias semanas depois do "episódio piloto" de Battlestar Galactica ter estreado como um filme nas salas de cinema do Canadá, Europa e Japão.

A Universal comprou 80 cópias do filme para lançar por todo o Canadá, correndo em mais salas que o grande filme Jaws (Tubarão), do qual tinham sido compradas 50 ou 60 cópias. Estreando-se a 7 de Julho de 1978, a versão teatral saiu-se muito bem, com uma duração típica de durou seis semanas. A agressividade do marketing da Universal e o apelo da Galactica compensaram, nesta e em lançamentos cinematográficos subsequentes, como comentou Leslie Stevens à revista Starlog #21 (Abril 1979):

Desde o princípio, que nos cheirou que Battlestar Galactica podia ser uma óptima aposta no canto do mercado de Star Wars. E nós tínhamos razão. No lançamento cinematográfico, Galactica bateu Grease e Jaws II no Japão e Canadá. E tem sido mostrado cinematográficamente neste país [os Estados Unidos] em algumas localidades de teste—depois de ter sido mostrado na TV— tendo um rendimento muito bom.
Impressionados pelos rendimentos gerados pelo lançamento cinematográfico de Galactica , em 29 de Março de 1979, a Universal lançou o episódio piloto de Buck Rogers nas salas de cinemas dos Estados Unidos. Estreando-se em mais salas do que Jaws e The Sting, Buck Rogers amealhou mais de $20 milhões de dólares nas primeiras sete semanas do seu lançamento. Nesta altura, a 18 de Maio, a Universal lançou a versão cinematográfica de Galactica em 400 salas dos Estados Unidos. Os dois episódios piloto de Glen Larson quebraram a regra, não escrita, de que episódios piloto para televisão não passam bem para o grande ecrã.

O episódio piloto de três horas estreou na ABC em 17 de Setembro de 1978, sendo as audiências presenteadas com várias cenas não vistas na versão cinematográfica. Nos oito meses que se seguiram, 17 episódios originais da série apareceram, consistindo em 24 horas de televisão. Estes incluem o episódio piloto com três horas, 4 episódios de duas partes, 1 especial de duas horas, e 11 episódios de 1 hora. Battlestar Galactica foi cancelada em Abril de 1979, fazendo o seu último episódio, "The Hand of God" (A Mão de Deus), a sua aparição a 29 de Abril. Mesmo depois do cancelamento da série, a ABC continuou a transmitir reposições de Battlestar Galactica entre Junho e 5 de Agosto. Logo em Maio, apenas duas semanas após o cancelamento da série, a estação pediu a Larson um filme de duas horas onde a Galactica descobrisse a Terra, sendo esse o projecto que eventualmente surgiu como Galactica 1980.

[TOPO DO DOCUMENTO]

G2. Quando é que Battlestar Galactica foi para o ar?

O seguinte é uma lista de todos os episódios da Battlestar Galactica e Galactica 1980, com as datas de emissão originais [nos Estados Unidos]. Este gráfico também indica quais os episódios disponíveis em Vídeo ou que foram novelizados. [ver também G3 e P1].

NT: Dados válidos só para os Estados Unidos, excepto nos livros que também foram publicados em Portugal pela Europa-América.


EPISÓDIO
DATA VÍDEO LIVROS

BATTLESTAR GALACTICA
1. "Saga of a Star World" (Piloto com 3 horas)
17 Set 78 Sim1 Sim
2. "Lost Planet of the Gods" Pt. 1 24 Set 78 Sim Sim


Pt. 2 1 Out 78

3. "The Lost Warrior"
8 Out 78 Sim Não
4. "The Long Patrol"
15 Out 78 Sim Sim
5. "Gun on Ice Planet Zero" Pt. 1 22 Out 78 Sim Sim


Pt. 2 29 Out 78

6. "The Magnificent Warriors"
12 Nov 78 Sim Não
7. "The Young Lords"
19 Nov 78 Sim Sim
8. "The Living Legend" Pt. 1 26 Nov 78 Sim2 Sim


Pt. 2 3 Dec 78

9. "Fire in Space"
17 Dec 78 Sim Não
10. "War of the Gods" Pt. 1 14 Jan 79 Não Sim


Pt. 2 21 Jan 79

11. "The Man with Nine Lives"
28 Jan 79 Sim Não
12. "Murder on the Rising Star"
18 Fev 79 Sim Não
13. "Greetings from Earth" (2-hr sp.)
25 Fev 79 Não Sim
14. "Baltar's Escape"
11 Mar 79 Sim Sim
15. "Experiment in Terra"
18 Mar 79 Não Sim
16. "Take the Celestra"
1 Abr 79 Não Não
17. "The Hand of God"
29 Abr 79 Não Não

GALACTICA 1980
1. "Galactica Discovers Earth" Pt. 1 27 Jan 80 Sim3 Sim


Pt. 2 3 Fev 80



Pt. 3 10 Fev 80

2. "The Super Scouts" Pt. 1 16 Mar 80 Não Não


Pt. 2 23 Mar 80

3. "Spaceball"
30 Mar 80 Não Não
4. "The Night the Cylons Landed" Pt. 1 3 Abr 80 Sim3 Não


Pt. 2 10 Abr 80
6. "Space Croppers"
27 Abr 80 Não Não
7. "The Return of Starbuck"
4 Mai 80 Sim4 Não
1 Battlestar Galactica
2 Mission Galactica: The Cylon Attack
3 Conquest of the Earth
4 Battlestar Galactica (The Return of Starbuck)

[TOPO DO DOCUMENTO]

G3. Quais os episódios da Battlestar Galactica que estão disponíveis em vídeo?

NT: Informação válida para os Estados Unidos (formato VHS NTCS).

O episódio de estreia ("Saga of a Star World") está disponível como filme de comprimento completo, sob o nome Battlestar Galactica. Baseado na versão teatral que foi lançada nos Estados Unidos em Maio de 1979, tem 2h03m de duração, embora a caixa VHS indique 2h05m. É a duração do episódio piloto em todas as versões VHS e Beta, e de quase todos os laserdiscs. Numa ocasião, a MCA/Universal terá solicitado uma versão prolongada do episódio piloto, pois num panfleto da Suncoast Video foi publicitada uma versão com 2h15m. No entanto, nenhuma versão assim alcançou alguma vez o mercado.

Existe uma versão Japonesa do laserdisc que diz ser mais longo ( pode ter 2h20m). É a mesma versão que a acima mencionada, mas com a velocidade do filme de 2h03m abrandada para caber num tempo de fita maior. O leitor é incentivado a evitar esta versão a todo o custo e a focar-se em versões não alteradas dos laserdisc domésticos.

A versão teatral da Galactica, tanto Canadiana com U.S., têm em falta várias cenas da versão originalmente transmitida do episódio piloto. Esta versão do piloto é 16 minutos mais longo que a sua contraparte disponível em vídeo, através da adição de 11 cenas não disponíveis em mais lado algum. No entanto, uma das cenas é 90 segundos mais curta que a sua contraparte em Vídeo. Para uma discussão mais completa das diferenças do piloto, o leitor é fortemente incentivado a ler o documento separado, The Different Versions of the Battlestar Galactica Pilot (NT: Documento não traduzido).

Presentemente, apenas 8 dos 11 episódios de uma hora estão disponiveis pelos vídeos da MCA/Universal Home Video, cada um com 47 minutos. Estes incluem: "The Lost Warrior", "The Long Patrol", "The Magnificent Warriors", "The Young Lords", "Fire in Space", "The Man with Nine Lives", "Murder on the Rising Star", e "Baltar's Escape". Apenas dois dos episódios de duas horas estão disponíveis, "Lost Planet of the Gods", e "Gun on Ice Planet Zero".

Outros episódios aparecem no formato de filme completo. Mission Galactica: The Cylon Attack (1h36) é uma versão editada de "The Living Legend" e "Fire in Space". Conquest of the Earth (1h39) é uma versão editada do episódio piloto de Galactica 1980 e do episódio de duas horas "The Night the Cylons Landed", assim como com cenas de stock da série Galactica. Ambos apareceram nas salas de cinema na Europa e Austrália. Battlestar Galactica (47 min., StarMaker/Universal) é uma edição económica do episódio "The Return of Starbuck" da série Galactica 1980 (já não disponível.)

Cadeias de lojas de vídeo como a Suncoast Video mantêm regularmente um stock de todos os acima mencionados. Presentemente, apenas o piloto está disponível em laserdisc. Aparentemente a Columbia Home Video tem também vídeos de Battlestar Galactica (apenas nos E.U.) Ligar 1-800-544-4431 para mais detalhes. Esperemos que a MCA/Universal lance brevemente a série completa.

Os filmes acima podem ser comprados online em video Express no seguinte endereço:
http://www.videoexpess.com/bin/webmain
telnet://videoexpress.com
As melhores copias dos episódios, para além dos transmitidos originalmente, são os contidos nos pacotes "sindicalizados" transmitidos em várias estações de televisão, constituído por 24 episódios de uma hora. Com a excepção de "Greetings from Earth" (que tem em falta três minutos) e o piloto (dividido em três partes), as versões "sindicalizadas" dos episódios são idênticas à que foi transmitida pela ABC pela primeira vez em 1978/79. [Nota, os episódios sindicalizados transmitidos pelo The Sci-Fi Channel têm cortes de cinco minutos por episódio].

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G4. O que são os telefilmes da Battlestar Galactica?

Depois da despedida de Galactica da televisão, a Universal transformou toda a primeira época em doze "telefilmes", para serem vendidos a estações de televisão para sindicalização. O episódio piloto é uma variante editada da versão de home video e tem 2h30 de duração com intervalos. Os restantes telefilmes têm cada um duas horas de duração.

Os quatro episódios de duas partes, Lost Planet of the Gods, Gun on Ice Planet Zero , The Living Legend, e War of the Gods, têm cada um aproximadamente mais cinco minutos de cenas novas, cenas essas que foram filmadas originalmente para os episódios, mas que nunca chegaram à versão transmitida originalmente. O único episódio a ser transmitido originalmente como um bloco de duas horas, Greetings from Earth, não contando com pequenas variações na sequência do titulo, é virtualmente idêntico à versão transmitida originalmente. Embora este telefilme não tenha nenhuma cena nova, é um melhoramento da versão sindicalizada, que tem em falta vários minutos de material, devido à divisão do episódio em duas partes.

O resto da série (13 episódios de 1 hora), é apresentado em blocos de duas horas. Em cada telefilme, os episódios individuais estão editados para que o resultado final seja uma narração de duas horas, em vez de dois episódios distintos. Por vezes estes episódios foram montados com a inclusão de diálogo dobrado por cima, e sequências na Ponte (de cenas de "stock"). "Experiment in Terra" é o único destes últimos telefilmes que realmente apresenta novas cenas.

Começa com um astronauta a encontrar no espaço o diário de bordo do Comandante Adama e uma curta sinopse pre-Carillon do episódio piloto, com narrações por Patrick Macnee e Lorne Greene (a recitar do diário de bordo). A seguir surgem mais cenas de "stock" do episódio piloto, e uma versão editada de "The Return of Starbuck". Esta versão do episódio de Galactica 1980 tem todas as cenas e referências a Angela e ao seu filho das estrelas retiradas, sendo feito de maneira a parecer que Starbuck pegou na nave parte-cylon parte-galactica e escapou nela para a Battlestar Galactica. Esta sequência é depois seguida por uma versão ligeiramente alargada do episódio "Experiment in Terra".


TELEMOVIE ORIGINAL EPISODES
1. Battlestar Galactica Versão de 2h das 3h da estreia
2. Lost Planet of Gods "Lost Planet of the Gods" (expandido)
3. Gun on Ice Planet Zero "Gun on Ice Planet Zero" (expandido)
4. The Phantom in Space "The Lost Warriors" "The Hand of God"
5. Space Prison "The Man with Nine Lives" "Baltar's Escape"
6. Space Casanova "Take the Celestra" "The Long Patrol"
7. Curse of the Cylons "Fire in Space" "The Magnificent Warriors"
8. The Living Legend "The Living Legend" (expandido)
9. War of the Gods "War of the Gods" (expandido)
10. Greetings from Earth "Greetings from Earth"
11. Murder in Space "Murder on the Rising Star" "The Young Lords"
12. Experiment in Terra "The Return of Starbuck" (editado) "Experiment in Terra" (expandido)

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G5. Quanto é que custou a série Battlestar Galactica?

Existe um certo conflito de números em relação ao custo inicial da série. Os escritórios da Galactica anunciaram que as primeiras sete horas (a estreia, "Lost Planet of the Gods", e "Gun on Ice Planet Zero") tinham um orçamento de $7 milhões de dólares, mas algumas fontes põem o custo actual em $9 milhões. A publicidade Canadiana diz até que o projecto custou $14 milhões na realização. Nas suas primeiras sete horas, Galactica custou $1 milhão por episódio, embora, na sua entrevista em Fantastic Films #5 (Fevereiro, 1979) Glen Larson estimou que os verdadeiros custos foram mais perto dos $750.000 dólares por episódio, o preço que a ABC pagou por cada hora. Não importa quais os números, Galactica é uma das séries mais caras que alguma vez apareceu no pequeno ecrã.

O custo da ponte da Galactica foi estimado em $850.000 dólares. A gigante companhia de computadores Tektronix doou $3 milhões em computadores de alta tecnologia para ornamentar o cenário. Foram usados monitores de televisão no valor de $35.000. O modelo da Galactica com seis pés ( 1,83 metros ) de comprimento, que pesava 60 pounds, custou $50.000. Em 1990, este modelo foi restaurado com o propósito de ser utilizando numa exposição sobre a Battlestar Galactica no Universal Studios Florida, em Orlando. 35 trajes de Centurião Cylon, a $3.400 a peça, foram criados.

Alguns dos custos estão visíveis nos próprios episódios, incluindo "Lost Planet of the Gods", parte do qual foi filmado nas ruínas de Luxor, no Egipto, com duplos. Em várias maneiras, os efeitos especiais (especialmente os da estreia) suplantaram os de Star Wars.

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G6. O que é que aconteceu ao processo contra BSG?

Em Junho de 1978, a 20th Century Fox, à qual se juntou mais tarde a Lucasfilm Ltd., processou a Universal Studios por violação de direitos de autor do seu filme Star Wars, citando 34 semelhanças entre os dois filmes.

Antes do processo, a Fox tinha alugado os seus estúdios de som e o pessoal de efeitos especiais de John Dysktra à Universal. O acordo foi benéfico para ambas as partes, pois a Industrial Light and Magic de Dykstra, mais tarde chamada de Apogee, não estava a trabalhar em nenhum projecto no momento e assim, alugar o pessoal e os estúdios de som eram benéficios para ambas as partes. Para não infringir as prerrogativas de Star Wars, Glen Larson tinha um acordo com o produtor de Star Wars, Gary Kurtz, para não fazer várias coisas na série da Galactica, incluindo raios laser a sair das pistolas.

De acordo com Skywalking: The Life and Films of George Lucas, a 20th Century Fox iniciou o primeiro processo incentivada pelo criador de Star Wars, George Lucas. Uma das possíveis razões para o processo foi a decisão da Universal de lançar a estreia cinematográfica no Canadá, no mesmo Verão que a 20th Century Fox tinha planeado lançar Star Wars.

A Universal reagiu com um contra-processo, dizendo que R2D2 fora baseado nos robots Huey, Duey e Louis do lançamento de 1973, Silent Running (a Universal perdeu o contra-processo em 1980). Em resposta, a Fox lançou um processo tentando impedir a comercialização de brinquedos e mercadoria da Galactica. A Universal contra-processou, pedindo à Fox reparos por danos causados por violação do código profissional e de mercado da California. O processo que começou tudo foi decidido em 22 de Agosto de 1980, quando o Juiz Irving Hill do tribunal federal de Los Angeles decidiu em favor da Universal, declarando que os dois filmes eram muito diferentes quando vistos como um todo. Glen Larson comentou as diferenças entre os dois na Science Fantasy Film Classics (Outubro, 1978):

A Battlestar Galactica é bastante diferente quando chega a quem são os nosso personagens e a qual é a nossa história. Eu teria que dizer que se estivessem a comparar Shane com Gunfight at the OK Corral, você diria, "Sim, eles são ambos Westerns," mas eu duvido que encontrasse muitos paralelismos para além disso.
O segundo processo, não relacionado, diz respeito à morte de um rapaz de quatro anos a 31 de Dezembro de 1978 em Atlanta, depois de um mau uso de um dos brinquedos da Galactica. A criança apontou um Viper Colonial à sua boca e disparou inadvertidamente um dos mísseis projectáveis, sufocando até à morte. A 11 de Janeiro, a Mattel ordenou a retirada do mercado do Viper e mais três outros veículos. Também lançou uma proposta por correio para aqueles que já tinham comprado a versão com mísseis disparáveis dos brinquedos. Em troca pelos pequenos mísseis vermelhos, a Mattel providenciava um brinquedo da Hot Wheels, "pela perda de valor de brincadeira." A Mattel redesenhou a linha de veículos para terem mísseis não disparáveis.

A morte do rapaz despoletou um grito nacional para a remoção de projécteis de todos os brinquedos. Em 23 de Março, os pais do rapaz processaram a Mattel. O juiz que estava a presidir sobre o caso apontou como culpado os brinquedos do espaço de Star Wars (o que irritou bastante Lucas).

A controvérsia teve um impacto na linha de brinquedos Star Wars da Kenner, pois retardou o envio dos seu bonecos Boba Fett. A figura de acção—cuja a personagem devia estrear na sequela The Empire Strikes Back—foi parte de uma oferta de envio por correio nas costas de outras figuras de Star Wars. Embora o design original e a promoção de Boba Fett incluírem uma mochila com mísseis projectáveis, esse mecanismo foi removido do seu design. Nenhum dos Boba Fett sem mísseis disparáveis saiu da linha e apenas uma mão cheia dos protótipos não pintados existem.

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G7. Porque é que a Battlestar Galactica foi cancelada?

A 29 de Abril de 1979, a ABC transmitiu "The Hand of God". Este seria o último episódio original da Galactica, pois a estação tinha acabado de cancelar a série. Não existindo já o mesmo entusiasmo da altura da estreia, a ABC sentiu que a Galactica já não estava a obter índices de audiência suficientemente altos para o investimento que tinham posto na série, acreditando que podiam manter ou exceder as audiências com uma série com um investimento de valor bastante menor. As suposições da ABC estavam erradas, pois quando colocaram Mork and Mindy, no mesmo horário (Domingo, 8PM EST), esta série teve ainda menores audiências que a Galactica teve. A estação apercebeu-se que tinha cometido um erro, mas nessa altura já era tarde de mais. Num artigo controverso em Fantastic Films #29, o autor clama que a Galactica foi na realidade um sucesso de audiências, e que a ABC exagerou as suas perdas de audiência para matar uma série que via como muito dispendiosa.

No seu livro, Confessions of the Kamikaze Cowboy (pg. 139), Dirk ("Starbuck") Benedict relata o pensamento por detrás do cancelamento da Galactica:

Quaisquer que fossem as razões... Battlestar Galactica não conseguiu corresponder as expectativas criadas pelo seu início estrondoso. As audiências decaíram e assentaram finalmente a um nível que seria suficiente para a continuação de qualquer outra série. Mas não para um projecto que tinha escrito numero uno por todos os lados por toda a gente meses antes de ir para o ar. Tudo, a não ser o topo, era demasiado perto do fundo e não era bom o suficiente.
Glen Larson elaborou sobre o cancelamento de Galactica e do seu tempo de antena no Domingo à Starlog #36:
Quando se põem a mais popular série na estação [Mork e Mindy] ali e a [ABC] têm que a tirar dali, isso prova que o problema... estava no horário, não em nós...

A Galactica original, penso eu, começou mesmo bem. É como um avião que levanta vôo de um porta-aviões—declina um pouco antes de realmente seguir o seu caminho. A Galactica pelo seu peso e expectativas, tomou um declive natural enquanto saía do convés do porta-aviões. Depois, acho que começou a subir. Nós fizemos melhores histórias e concentramo-nos mais nas personagens...

[Galactica] tinha a boa fortuna ou a má de estar no horário de maior sucesso na história da televisão. No horário do ano passado da ABC, todos os programas estavam literalmente nos 40. Isso era apenas fenomenal. A Galactica tinha sido cancelada com a posição de 24 no top 100 de programas, de acordo com o alinhamento anual de Cashbox. Aconteceu-nos estar numa estação que interpretou mal o quanto competitivo, o quanto duro o horário das oito era num Domingo à noite.

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G8. O que é Galactica 1980?

O cancelamento de Battlestar Galactica produziu uma inundação de cartas, telefonemas, e até um protesto sentado numa afiliada local da ABC por jovens fãs. Duas semanas depois da ABC ter cancelado a série em Abril de 1979, a estação comprometeu-se e ordenou a produção de um filme de duas horas, a ser filmado no Outono, onde a Galactica descobria a Terra. Este projecto evoluiu para a estreia de Galactica 1980 em três partes com o mesmo nome, indo para o ar na ABC entre 27 de Janeiro e 10 de Fevereiro, 1980.

Um dos nomes que mais cedo se encontrou associado a este projecto foi o renomado escritor de ficção científica Isaac Asimov. Mesmo antes do cancelamento de Galactica, Asimov tinha concordado em trabalhar como conselheiro numa bíblia histórica para a segunda época de Galactica (que nunca aconteceria). Numa entrevista para a Epi-Log Journal #14 (Primavera de 1994), Glen Larson explicou a associação de Asimov com Galactica 1980:

Nas nossas conversas com Asimov, nós discutimos muitas ideias, e nenhuma delas tinha nada a haver com a descoberta da Terra. Isso foi apenas uma espécie de promoção sem substância que fez com que fosse possível negociarmos com a ABC outra vez. Era tudo para atrair aquela audiência jovem das sete horas.
Adama repetiu o papel de comandante e Boomer é agora Coronel, tomando o papel interpretado por Tigh. O restante do elenco era inteiramente novo, pois a maioria da equipe original estava indisponível aquando das filmagens. De facto, os papeis de Troy e Dillon foram originalmente escritos para Starbuck e Apollo. O papel de Xavier foi originalmente escrito para Baltar (como presidente do Conselho dos Doze!) Porque é que a Galactica descobriu a Terra? De acordo com Larson, "nós precisávamos de um acontecimento e, certamente, que a Galactica a descobrir a Terra era um acontecimento que traria pessoas de volta ao tubo para uma nova amostra" (Starlog #36)

Três factores, amontoaram-se, no entanto, contra a boa vontade de Galactica 1980. Estavam a trabalhar com um elenco totalmente novo, com um orçamento drasticamente reduzido e os regulamentos da FCC estipulavam que o horário (Domingo às 7 PM EST) era para ser dirigido para as audiências jovens . Kent McCord ("Troy") discutiu alguns destes problemas na Starlog #162:

A ABC sentiu que era uma ideia boa demais para largar. Eles queriam realmente fazer com que funcionasse, mas necessitavam de uma maneira de economizar e assim, quando vieram com a ideia para Galactica 1980, decidiram deixar-nos encontrar a Terra para não terem que gastar muito dinheiro nos cenários. A ideia de Glen era algo nas linhas de The Day the Earth Stood Still, em que Barry Van Dyke e eu éramos tipo fazedores de paz que vinham à Terra com o conhecimento e poder para criar uma situação de paz ou de guerra. Eu senti que uma série com essas premissas valia a pena fazer.

A ABC empenhou-se novamente e começou a ordenar que puséssemos crianças na série para que esta atraísse uma audiência jovem. Eu disse a todos que queriam ouvir que tínhamos feito Adam 12 de uma maneira que as crianças fossem atraídas sem, no entanto, termos que fazer coisas para atrair a audiência das crianças. Mas a estação não queria ouvir e eu senti, na altura em que chegamos ao ponto em que víamos as crianças alienígenas a jogar baseball ["Spaceball"], que muito da premissa original da série nos tinha sido roubada.

McCord e outros acreditavam que a resposta ao piloto tinha garantido a Galactica 1980 como uma série regular no alinhamento de Outono de 1980. No entanto, a ABC queria pôr a série em produção apenas três semanas depois do episódio piloto ter ido para ar. Um escritor de Galactica 1980, que deseja manter-se anónimo, relatou em Starlog #37 (Agosto, 1980):
Eu tenho um grande respeito por Glen Larson. O facto de que a Galactica 1980 chegou mesmo a ir para o ar é um tributo à dedicação e trabalho duro desse homem. Ele estava a lutar contra desvantagens incríveis. A reacção das audiências ao filme de três horas Galactica Finds Earth foi tremenda. E a ABC teve uma excelente decisão—fazer uma série. Mas eles queriam-na em três semanas. Não havia tempo para a pre-produção, o que pode significar a morte para uma série de ficção científica.
O mesmo escritor revelou que durante as filmagens dos episódios, podia-se ver os manuscritos a serem escritos durante as filmagens, vários episódios a serem transmitidos ao mesmo tempo, cenas filmadas na Sexta e Sábado para ir para o ar no Domingo, com os custos de produção perto do $1 milhão original por hora. Como McCord recorda:
Houve dia que foi de loucos. Estávamos a filmar num estúdio de som com cerca de 50 extras e eles desceram ao meio-dia com oito páginas de diálogo e disseram-nos que tínhamos que decorar aquelas páginas e estar noutro estúdio de som às 4 PM para filmar cenas de outro episódio que não tinha nada que ver com a cena que tínhamos estado a filmar. Foi uma desgraça.
Ao todo, dez horas da série foram produzidas para a televisão—consistindo no piloto de três parte, dois episódios de duas partes e três episódios de uma parte. Os "ratings" da série forma abismais e nem mesmo a aparição de Starbuck como convidado no último episódio conseguiu salvar a série da extinção [ver também E19].

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G9. Haverá um renascimento da Battlestar Galactica?

Na Galactica 15 Yahren Reunion em 13-15 de Outubro , 1993, em Los Angeles, o criador Glen Larson anunciou, "a estação de televisão Fox gostaria de trazer a Galactica de volta. Existe uma boa possibilidade de irmos fazer...qualquer coisa como um filme de quatro horas que iria re-examinar toda a saga da Galactica no seu passado, presente, futuro." Os membros do elenco sobrevivente pareciam mais que disponíveis em participar num renascimento de Battlestar Galactica.

Por 1994, no entanto, estava claro que o entusiasmo da Fox pelo projecto (se de facto houve algum) tinha dissipado. Mesmo assim, Larson ainda parece querer trazê-la de volta, pois numa entrevista à Starburst Special #15 (Março 1998), ele disse que gostaria de ter a chance de refazer a série, com Imagens Geradas por Computador (CGI).

Richard Hatch tem também lutado para trazer a série de volta á vida, desde à pelo menos cinco anos, quando foi revelado pela primeira vez que ele tinha escrito uma trilogia de guiões de Galactica. Um dos manuscritos, "The Journey Home", foi submetido ao The Sci-Fi Channel, ignorando largamente a Galactica 1980 e continuando a série onde ela foi deixada. Como Richard Hatch explica em Not Of This Earth Special Edition #1 (Novembro 1993):

Trata na realidade da viagem que os levou à Terra e como evoluíram durante este longo período temporal no espaço. A história também introduz uma segunda ou terceira geração Cylon. Os Cylons evoluíram como uma raça tornando-se num oponente muito mais letal e mais perigoso. Como todos sabemos, o Comandante Adama faleceu e eu retomo a partir desse ponto. Eu na verdade trato das questões que nunca foram respondidas: o que aconteceu ao Apollo e o que aconteceu ao Starbuck quando ele se perde naquele planeta (que foi parte da Galactica 1980.)
Estes guiões podem ter evoluído para o seu negocio de três livros com a Byron Preiss and Pocket Books, de qual o primeiro volume, Armageddon (co-escrito com Christopher Golden) foi publicado em 1997. O segundo volume, Warhawk está preparado para ser publicado no verão de 1998. Richard Hatch escreveu, desde aí, um guião revivalista totalmente novo com Sophie Laporte. Para mais informações sobre a carreira de Richard e dos seus esforços para o renascimento da Galactica, vê a pagina na Web de Richard Hatch em:
http://www.pair.com/iwc/RichardHatch
Richard pede que escrevamos para os seguintes indivíduos na Universal Studios em suporte para o rensacimento da Galactica:
Mr. Dan Filie
Syndication Department
Universal Television
100 Universal City Plaza
Universal City, CA, 91608
O Sci-Fi Channel pode estar a considerar trazer de volta a Battlestar Galactica como uma serie sindicalizada. Isto incluiria o desenvolvimento de novos episódios. Para suportar o renascimento da Galactica no Sci-Fi Channel, contactar:
Mr. Barry Shulman
The Sci-Fi Channel
1230 Avenue of the Americas
New York, NY 10020-1523
[Barry Shulman é o presidente da programação do Sci-Fi Channel]
Qualquer renascimento da Galactica estará no entanto incompleto. Uma das principais estrelas, Lorne Greene (Adama), faleceu em 1987. Outras estrelas falecidas incluem Fred Astaire (Camaleão, o pai de Starbuck em "The Man with Nine Lives" - O Homem das Nove Vidas), que também morreu em 1987. A 10 de Março de 1998, os fãs da Galactica foram entristecidos com a perda de Lloyd Bridges, que fez de Comandante Cain em "The Living Legend" (A Lenda Viva).

Para mais informações sobre A campanha de renascimento, ver também a aréa de Revival na página da Battlestar Galacticado Mark Heiman [ver P3.]

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G10. Pode-se ainda ver a Battlestar Galactica na televisão?

O The Sci-Fi Channel tem estado a transmitir a Battlestar Galactica desde que foi pela primeira vez para o ar em Novembro, 1992. Sendo uma presença na sua programação diária, o SFC transmitiu Galactica em rotação com a outra contra-parte de ficção científica de Glen Larson, Buck Rogers. Em Outubro de 1994, o SFC acrescentou Galactica 1980 ao seu rol de séries.

O SFC tem tido um grande impacto no interesse da revitalização de Battlestar Galactica. Se o teu operador de Cabo local não o tem incluído, contacta-os e expressa o teu interesse. Nota, os pacotes de sindicalização transmitidos pelo SFC foram editados para possibilitar mais tempo de publicidade.

Para informações sobre as datas de transmissão da Battlestar Galactica na América do Norte e à volta do mundo (incluindo o The Sci-Fi Channel), ver a área de Revival na página da Battlestar Galacticado Mark Heiman [ver P3.]

Estações locais podem também estar a transmitir episódios da Galactica num formato ou noutro, ambos em episódios de uma hora ou em telefilmes. Verifica a tua lista local.

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E1. Quais são as narrações de abertura e fecho para cada episódio?

Existem duas variantes do prólogo de início, ambas narradas por Patrick Macnee (Conde Iblis e voz do Imperioso Líder.)

Da estreia de três horas:

No Original (Inglês):
There are those who believe that life here began out there, far across the universe, with tribes of humans who may have been the forefathers of the Egyptians, or the Toltecs, or the Mayans. That they may have been the architects of the great pyramids, or the lost civilizations of Lemuria or Atlantis. Some believe that there may yet be brothers of man who even now fight to survive far, far away, amongst the stars.
Tradução:
Há aqueles que acreditam que a vida aqui começou além, longe através do universo, com tribos de humanos que podem ter sido os antepassados dos Egípcios, dos Toltecs ou dos Maias. Que eles podem ter sido os arquitectos das grandes pirâmides, das civilizações perdidas da Lemuria ou da Atlântida. Alguns crêem que podem ainda existir irmãos do homem, que ainda hoje lutam pela sua sobrevivência num local longínquo, entre as estrelas.
Dos episódios regulares:
No Original (Inglês):
There are those who believe that life here began out there, far across the universe, with tribes of humans who may have been the forefathers of the Egyptians, or the Toltecs, or the Mayans. Some believe that there may yet be brothers of man, who even now, fight to survive, somewhere beyond the heavens.
Tradução:
Há aqueles que acreditam que a vida aqui começou além, longe através do universo, com tribos de humano que podem ter sido os antepassados dos Egípcios, dos Toltecs ou dos Maias. Alguns crêem que podem ainda existir irmãos do homem, que ainda hoje lutam pela sua sobrevivência, algures além do firmamento.
Uma narração totalmente nova foi usada para o telefilmeMission Galactica: The Cylon Attack:
No Original (Inglês):
In the seventh millenium of time, a tribe of humanoids engaged in a terrifying conflict against a race of machines. The humans lost. Now, led by their last surviving warship, the mighty Battlestar Galactica, a handful of survivors moves slowly across the heavens in search of their ancestral brothers, a tribe of humans known through ancient records to be located somewhere on a distant shining planet, a planet called Earth.
Tradução:
No sétimo milénio do tempo, uma tribo de humanóides entrou num terrível conflito contra uma raça de máquinas. Os humanos perderam. Agora liderados pela sua última nave de guerra, a poderosa Battlestar Galactica, um punhado de sobreviventes move-se lentamente através do firmamento na procura dos seus irmãos ancestrais, uma tribo de humanos conhecida através de antigos documentos como estando localizada algures num brilhante planeta distante, um planeta chamado Terra.
A narração final por Lorne Greene (Adama):
No Original (Inglês):
Fleeing from the Cylon tyranny, the last Battlestar, Galactica, leads a ragtag, fugitive fleet, on a lonely quest—for a shining planet known as Earth.
Tradução:
Fugindo da tirania Cylon, a última Battlestar, Galactica, lidera uma frota fugitiva, numa procura solitária—por um brilhante planeta conhecido como Terra.

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E2. Quem são as maiores personalidades de Battlestar Galactica?

Elenco regular

Elenco semi-regular e convidados especiais

Os Vilões

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E3. Quais são os nomes dos doze mundos?

Extraído do: The Official Battlestar Galactica Scrapbook (pg. 14):
As doze Colónias humanas no espaço tinham nomes que eram facilmente reconhecidas na Terra... Caprica, Gemoni, Canceria, Piscon, Sagitara, Leo, Libra, Aquaria, Virgon, Aeriana, Taura, Scorpio—todos são similares com os nomes que os humanos na Terra deram às constelações visíveis no seu céu nocturno, os únicos doze que a estrela parece passar através, durante a rotação de um ano.
NT: Os nomes equivalem aos signos.

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E4. Qual é a lenda da décima terceira tribo? O que é Kobol?

A lenda da "décima terceira tribo" (Terra), espelha a própria lenda da Terra acerca do continente perdido da Atlântida. A sua história recua no tempo até à altura em que os humanos originais deixaram Kobol na procura de um sistema habitável. Como Adama uma vez contou aos sobreviventes antes de começar a sua busca:
Os nossos registos da história dizem-nos que descendemos de uma civilização mãe [Kobol], uma raça que partiu para o espaço para estabelecer colónias. Nós que estamos agora aqui reunidos representamos os únicos Coloniais sobreviventes conhecidos, excepto um. Um mundo irmão, longínquo no universo, lembrado por nós somente através de escritos antigos... Gostaria de lhes poder dizer que sei onde fica precisamente, mas não posso. No entanto, eu sei que é para lá deste sistema, numa galáxia muito parecida com a nossa, num planeta chamado... Terra.
O Book of the Word (Livro da Palavra) descreve a jornada das tribos do homem após deixarem Kobol.
Depois de saberem que o seu planeta Kobol estava condenado, as pessoas partiram de encontro a um Grande Vazio que parecia ser interminável, até que uma estrela brilhante apareceu como que do nada, para guiá-los até à segurança.
Depois de passarem pelo Vazio—um mar magnético aparentemente interminável -- a Galactica, guiada por uma estrela brilhante, redescobriu o planeta perdido de Kobol. Baltar, talvez citando das escrituras, descreveu-o como "o interminável Vazio preto e a estrela magnética nos céus."

Kobol em si foi considerado perdido ou uma lenda até à sua redescoberta em "Lost Planet of the Gods" (O Planeta Perdido dos Deuses), sendo a sua morte atribuída ou à variada radiação do seu sol ou a algum desastre ecológico. Enquanto Adama estava a explorar as ruinas da cidade perdida do Eden, ele elabora (apenas na versão do Telefilme):

Serina: Foi por culpa deles que o seu mundo morreu?
Adama: De acordo com o registo, um desperdício incrível aconteceu. Os rios e oceanos foram contaminados. Os céus não podiam suportar nem a criatura mais sã. E quando formaram as colónias, viraram-se para a própria tecnologia que os podia ter salvo, caso a tivessem usado correctamente. Eles destruíram os navios, as máquinas, tudo. Levou-lhe centenas de yahrens para reconstruir até a mais primitiva das naves.
A cena continua, enquanto Adama explica porque é que está a explorar as ruinas.
Apollo: Não consigo ler nada disto.
Adama: Eu sei. É difícil. Mas eu tenho estado a passar bastante tempo com os velhos registos. Por exemplo (apontando para um símbolo numa coluna) aquilo refere-se ao Nono Lorde de Kobol. Aquele é o seu selo. Ele foi o último a governar aqui, antes da décima terceira tribo ter emigrado para as estrelas.
Serina: Doze para formar as nossas colónias.
Apollo: Foi por isso que entraste no Vazio! Pensas que consegues encontrar alguma pista para onde eles foram?
Adama: Sim.
Adama usa o seu medalhão como chave para entrar no templo. Mais cedo no episódio, ele explicou a sua origem a Tigh:
Adama: Velho amigo. Este simples medalhão é o símbolo do meu poder, mas é também um simbolo da nossa fé, passado pelos Lordes de Kobol, através do milénio, a cada membro do Conselho dos Doze.
Baltar, que também possuía o selo dos Lordes (o medalhão) e era um membro do Conselho dos Doze, usou-o para entrar na estrutura. Mais tarde, dentro do túmulo do Nono Lorde, Adama confronta Baltar e explica a sua missão:
Adama: A nossa segurança... está algures ali fora, ao longo do percurso tomado pela décima terceira tribo, a tribo que colonizou o planeta Terra.
Baltar: Terra? Não podes estar a falar a sério. Isso não é mais que uma fábula.
Adama: Eu creio que é tão real como a existência da décima terceira tribo e que a chave para essa tribo está aqui fechada algures neste lugar. Estou certo disso.
Baltar: Ouve a razão, Adama. Podes ficar à deriva para sempre à procura de quê—um planeta que pode ser um mito de um viajante das estrelas meio bêbado que voltou para morrer aqui? Podemos todos morrer aqui.
Aqui está a descrição do Conde Iblis da missão de Adama, da "War of the Gods" (A Guerra dos Deuses):
Vocês estão à procura de um local chamado Terra. És da casa de Kobol. As vossas tribos estão espalhadas. A décima terceira viajou para a Terra vários milénios atrás. [A sua civilização] conheceu grandes altos e baixos.
Em vários episódios da Galactica, mais notoriamente em "War of the Gods" (A Guerra dos Deuses) e "The Hand of God" (A Mão de Deus), foram dados sinais de que a Décima terceira tribo era mais que um mito, mas um destino real [ver também E17, E18].

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E5. Quais são as localizações e lugares do universo da Galactica?

A maioria destas informações são derivadas de uma lista similar em Galactica Stuff (pg. 101) [ver também P1].

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E6. Quais são os nomes das "Battlestars" e de outras naves coloniais?

A maioria desta informação, incluindo o formato, é baseado em material presente em Galactica Stuff (pg. 109) [ver também P1].

1. As Battlestars

Esta lista não inclui nomes de naves mencionadas no diálogo de fundo do episódio piloto ou nomes retirados das novelizações e outras publicações. Numerosas listas de Doze "Battlestars" têm aparecido ao longo dos anos, e são assunto de um documento separado, The Battlestar Names and Their Sources (NT: Documento não traduzido).

2. Outros veículos conhecidos

3. Tipos de naves

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E7. O que são os Cylons?

Em Carrillon na estreia, Apollo explica a Boxey os Cylons:
Eles não são como nós. São máquinas criadas por criaturas vivas à muito, muito tempo atrás... uma raça de répteis chamada Cylons. Passado um tempo, os Cylons descobriram que os humanos eram a forma de criatura mais práctica neste sistema. Copiaram então os nossos corpos, mas construiram-os maiores e mais fortes do que nós. E podem trocar partes para que possam viver para sempre... Já não existem mais Cylons reais. Eles morreram à centenas de yahrens atrás, deixando para trás uma raça de super-máquinas, mas nós ainda os chamamos de Cylons.
Um diálogo entre o Conde Iblis e o prisioneiro Baltar em "War of the Gods" (A Guerra dos Deuses) sugere uma teoria mais sinistra por detrás do desaparecimento dos Cylons originais: que os Cylons biológicos fizeram um pacto com o Conde Iblis (O Diabo).
Baltar: Eu conheço-te.
Iblis: Conheces?
Baltar: Eu lembro-me dessa voz, a voz do Imperioso Líder dos Cylons.
Iblis: O Cylon é uma máquina..
Baltar: Agora. Mas antes eles foram uma raça de seres que se deixaram subjugar pela sua própria tecnologia.
Iblis: E quando é que isso aconteceu?
Baltar: À centenas de yahrens atrás, no começo da guerra dos cem yahrens contra os humanos.
Iblis: E para a minha voz ser a do Imperioso Líder, teria que ter sido transcrita para a máquina do líder à cem yahrens atrás. Eu teria que ter cem yahrens de idade.
Existem vários tipos de Cylons vistos em Battlestar Galactica:
1. Imperioso Líder
O líder de todos os Cylons, o Imperioso Líder é o único Cylon que se aparenta físicamente com os Cylons biológicos originais.
2. Centuriões Cylon
Um guerreiro Cylon de forma humana. A maioria dos Centuriões têm armaduras prateadas, embora os oficiais sénior, como Vulpa do "Gun on Ice Planet Zero", tenham armaduras douradas.
3. Cylons da série IL
Lucifer e Specter são Cylons da série IL, e lembram lâmpadas ambulantes. Estes Cylons são mais inteligentes que os Centuriões e têm personalidades. O currente Imperioso Líder é também da série Cylon IL. A frase é um jogo de palavras para a Industrial Light and Magic de John Dykstra, que providenciava os efeitos especiais para os episódios iniciais daGalactica.
4. Cylons Civis
O posto avançado de Gomoray em "The Living Legend—Part 2" (A Lenda Viva#151;Parte 2), introduz pela primeira vez vários tipos de Cylons, em adição aos três primeiros.

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E8. Quem é o Conde Iblis? O que são os seres da nave das luzes?

No episódio "War of the Gods" (A Guerra dos Deuses), a frota colonial apanha um passageiro encalhado num planeta vermelho, Conde Iblis, que sozinho sobreviveu à queda de uma grande nave espacial. No decorrer do episódio de duas partes, Iblis realiza feitos miraculosos e torna-se tão influente que quase toma controlo da frota. Ao mesmo tempo, entidades de luz, invisíveis aos scanners dos Coloniais, estavam a manifestar-se, enquanto várias patrulhas de vôo tinham desaparecido misteriosamente. No decorrer do episódio Baltar é entregue ao Conselho, a verdadeira natureza de Iblis é revelada, as patrulhas de vôo são libertadas e Apollo, que foi deitado por terra por Iblis e "apenas morto pelas medidas primitivas", é ressuscitado pelos seres misteriosos a bordo da sua Nave das Luzes.

Numa conversa com Apollo, o Comandante Adama sugere que o Conde Iblis e as entidades das luzes são membros de uma civilização avançada. Ele especula que eles podem de alguma maneira serem responsáveis pela descoberta original de Kobol.

Adama: Os antepassados, os Lordes que primeiro colonizaram o nosso Kobol, falaram de visitantes que na sua maneira primitiva referiram como anjos.
Apollo: Anjos...
Adama: Pensa neles como guardiões do universo, seres avançados, muito avançados, cujo o mandato é verificar que os seus poderes não sejam nunca abusados por ninguém da sua própria raça.
Apollo: E eles estão a vigia-lo [Iblis], o que quer dizer que é um deles.
Adama: Ou foi.
Respondendo às perguntas de Starbuck e Sheba, a bordo da Nave das Luzes, eles revelam a sua natureza e missão a ele:
Sheba: Acho que talvez estejamos mortos.
Starbuck: Isso está certo? Nós estamos mortos e vocês são anjos?
Entity: Estranhamente, existe alguma verdade na vossa especulação.
E mais tarde:
Starbuck: Por que é que estão a fazer isto tudo?
Entity: Porque lutamos contra um adversário comum, as forças das trevas e o mal através das estrelas.
Starbuck: Mas porque é que se estão a preocupar connosco? Nós viemos de uma simples mão cheia de sobreviventes humanos.
Entity: Porque, como vocês são agora, nós fomos uma vez. Como nós somos agora, vocês podem vir a ser.
Starbuck: Quando?
Entity: Depois de terem semeado e nutrido novas civilizações, depois de terem evoluído.
Starbuck: Na Terra?
Entity: Talvéz.
Starbuck: Vão mostrar-nos o caminho?
Entity: Talvez vós possamos dar um começo.
Starbuck: E acerca do Conde Iblis, ele é um de vocês?
Entity: Ele agora usa os seus poderes para corromper e liderar outros para longe da verdade,
Sheba: Porque é que não o podem impedir?
Entity: Porque não podemos interferir com a liberdade de escolha. Dele, vossa, de ninguém.
Até o Conde Iblis está condicionado a estas regras. Na sua confrontação final com Apollo no planeta vermelho, Apollo revelou a sua verdadeira identidade:
Apollo: Tu não comandas ninguém que não te dê o domínio de livre vontade. Não tens poder algum sobre mim.
Iblis: Sabes quem eu sou.
Apollo: Sim, finalmente sei. Sheba, pensa nos antigos registos. Os nomes Mephistopheles, Diabolis, o Príncipe das Trevas.
Nesta mesma cena, Iblis promete voltar:
Iblis: Existirá uma outra altura, outro local em que nós encontraremos outra vez.
Membros desta misteriosa raça incluem John ("Experiment in Terra" - Experiência em 'Terra') e Angela (de "The Return of Starbuck" - O Regresso de Starbuck - em Galactica 1980.)

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E9. Quais são as outras raças alienígenas?

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E10. Quais são as unidades "standard" das medidas Coloniais?

A relação entre as unidades Coloniais de medida nunca foi definida claramente na série. Na maioria dos casos, apenas um tabela apropriada de medidas aproximadas às da Terra é fornecida, baseadas no uso dos termos nos próprios episódios.

1. Unidades de tempo e o seu equivalente aproximado às da Terra

Centon, micron e sectar também duplicam como unidades de comprimento, da mesma maneira que anos luz. O anário [yahren) luz é o equivalente Colonial a ano luz. O quatron (semana ou mês) foi usado no episódio "Magnificent Warriors" (Os Guerreiros Magníficos). Outras unidades não standard foram quase exclusivamente usadas no piloto, incluindo millisenton (vários minutos) e microsenton (segundo), e o senton (dia ou semana]. Nota, o senton nos dois primeiros episódios é usado em diferentes contextos que no resto da série, por isso a sua diferente escrita.

Para uma discussão mais completa sobre as unidades de tempo e o que elas representam, ver o documento separado Colonial Time Units and Their Earth Equivalents (NT: Documento não traduzido).

2. Outras unidades

3. Sistema monetário

Existem várias unidades de moeda de troca, incluindo os Cubitos Coloniais, Cheques Orion, quantums e markers.

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E11. Qual a letra da cantiga que o trio cantou em Carillon?

It's Love, Love Love

(É amor, amor, amor)

Cantado por: As cantoras Tucana em Carillon
Escrito por: John Targalia, Sue Collins, e Glen Larson
Desempenhado por: The Space Angels

REFRÃO
It won't matter where you go ............... Não importa onde vás
It won't matter what you do ................. Não importa o que faças
'Cause something's always after you ..... Pois está sempre algo atrás de ti
It's love, love, love, love ...................... É amor, amor, amor, amor
It's love, love, love, love ...................... É amor, amor, amor, amor
It's love, love, love, love, love .............. É amor, amor, amor, amor, amor

You run, you can't get away ................. Tu foges, não consegues escapar
If you go or if you're staying ................. Se vais ou se ficas
'Cause love is here, love is there ........... Pois o amor está aqui, o amor está ali
Love is almost everywhere ................... O amor está em quase toda a parte

REFRÃO

There will be another beat ...................... Existirá um outro bater
One you may not tire of singing .............. Um que não poderas cansar de cantar
Love surrounds you, love's around you .. O amor cerca-te, o amor está à tua volta
Love is almost everywhere .................... O amor está em quase toda aparte

REFRÃO

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E12. O que aconteceu a Baltar na estreia? Ele não morreu?

Antes da sua estreia na ABC, o piloto para Battlestar Galactica apareceu primeiro como lançamento nas salas de cinema no Canadá e Europa. Na versão cinematografica da estreia, depois de Baltar ter traído a humanidade, ele é decapitado em frente do Imperioso Líder. A execução nunca teve lugar na estreia de televisão, pois Baltar foi poupado para uma execução pública (que nunca aconteceu).

Numa entrevista em Starlog #138, John Colicos (Baltar), discutiu a evolução do personagem Baltar entre as duas versões de estreia:

Inicialmente, eu ia apenas aparecer no piloto. Então, Glen [Larson] decidiu que gostava da personagem e do trabalho que eu estava a fazer, então decidiu manter Baltar como um personagem regular. Ele próprio redirigiu a cena final do piloto, para que quando a espada descesse para cortar a minha cabeça, ele parava-a no último segundo e eu era poupado se traísse a raça humana.

[TOPO DO DOCUMENTO]

E13. O que aconteceu a Baltar depois de ficar encurralado em Kobol?

No episódio "Lost Planet of the Gods" (O Planeta Perdido dos Deuses), Baltar foi visto pela última vez preso debaixo de entulho em Kobol. Tanto na novelização como na revista Marvel comic #6, Lucifer salva Baltar. Ele recupera totalmente e não há danos permanentes, embora ele tenha sido visto algumas vezes com um ligeiro coxear em episódios posteriores.

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E14. O Comandante Cain sobreviveu a "The Living Legend" (A Lenda viva)?

O Comandante Cain foi visto pela última vez a enfrentar duas Naves base Cylon em "Living Legend" (A Lenda Viva). O fim deste episódio foi deixado deliberadamente em aberto pelos seus escritores, na esperança que Cain voltasse mais tarde na segunda época.

Aqui está um ponto de vista de como é que Cain sobreviveu ao assalto, de Justin Collins (ver Battlestar Galactica Digest #7):

Eu sempre pensei que a Pegasus sobreviveu ao fim de "The Living Legend". A Pegasus sofreu danos consideráveis nas mãos dos caças Cylons antes de Baltar lhes ter ordenado para cancelar o ataque. No entanto, quando Starbuck e Apollo perguntaram pelos danos, Cain disse que ela (a Pegasus) estaria pronta para fazer o trabalho. Cain também tinha ordenado que a nave procedesse à "velocidade máxima" para interceptar as naves base e para os seus escudos de defesa electrónicos serem postos em "poder máximo". Julgando pelo diálogo que conduz à batalha final, eu julgo que a Pegasus estava preparada para a batalha quando chegou às naves base.

Starbuck e Apollo infligiram danos consideráveis no sistema de armas das duas naves base antes que pudessem causar danos sérios a Pegasus. Lembram-se de quando eles destruíram os lança mísseis dos flancos em ambas as nave base?

Eu não me lembro da reacção em cadeia da explosão da segunda nave base. A minha copia de LL mostra um grande plano do painel de armas na ponte da Pegasus depois da primeira nave base ter sido destruída, seguido por uma segunda ronda de misseis a serem lançados à nave base que faltava. Eu concordo com Starbuck, Cain provavelmente saltou para velocidade da luz e segui para o espaço profundo tal e qual tinha feito antes.

[TOPO DO DOCUMENTO]

E15. Quais eram as três tarefas que o Conde Iblis tinha que realizar para se tornar o líder?

O Conde Iblis informa o Conselho dos Doze em "War of the Gods" (A Guerra dos Deuses):
Vocês concordaram em três testes à minha força. O primeiro é entregar-vos o vosso inimigo [Baltar]. O segundo é o de traçar com rigor o vosso curso até à Terra. Sobre o terceiro vocês não conseguem concordar. Alguns de vocês querem saber quem eu sou, de onde vim. Os outros estão satisfeitos em aceitar-me por causa do meu trabalho e estão dispostos a seguir-me cegamente desde que eu garanta a vossa segurança.

[TOPO DO DOCUMENTO]

E16. O que é que estava dentro dos destroços da nave em "War of the Gods" (A Guerra dos Deuses)?

De acordo com o guião original e a novelização, os destroços pertenciam aos camaradas de Conde Iblis. Aqui está a cena com está escrita no guião, quando Apollo e Starbuck entram nos destroços.
Apollo: Tudo está bastante vaporizado. O que quer que tenha atingido esta coisa devia ter o poder de um sol.

Apollo estagna-se no seu percurso, olha para baixo. Ele parece estremecer.

Apollo: Starbuck!

Starbuck olha e vê a olhar sóbrio na face de Apollo. Ele aproxima-se e olha para baixo enquanto Apollo começa a colocar umas luvas apertadas. Uma peça metálica de fuselagem, muito chamuscada mas da qual surge uma extremidade tipo pé que termina numa pata. Apollo e Starbuck trocam pesados olhares. Apollo agacha-se e tenta levantar o metal. Quando eles o levantam, atirando-o para o lado, escarnecem em horror. Debaixo dos destroços está a figura do diabo, um demónio.

A estação [ABC] decidiram largar a cena do pé de cabra por duas razões. A cena poderia ser assustadora para as audiências jovens e havia uma implicação religiosa por de trás da cena ("satânica"). Para os membros das audiências, a falta de cena sugeriu erradamente que os guerreiros tinham espreitado para dentro dos destroços da Battlestar Pegasus do Comandante Cain. O Conde Iblis disse a Sheba, "O teu pai, vais vê-lo novamente."

[TOPO DO DOCUMENTO]

E17. O que é que as transmissões em "The Hand of God" (A Mão de Deus) significam?

Em "The Hand of God" (A Mão de Deus), a Galactica capta transmissões da missão, Apollo, de aterragem na Lua em 1969. Eles sugerem duas teorias possíveis para as transmissões. As transmissões podiam ser um sinal harmónico de algo perto, tal como um sistema estrelar local, possivelmente enviado pelos Cylons. Se não, as transmissões teriam passado um período de tempo maior no espaço, de um sistema mais longe.

A Galactica envia uma patrulha de Vipers para investigar o sistema local, que passa pelos três primeiros planetas. Starbuck investigou o terceiro planeta, onde ele passa o que parece ser a Lua da Terra para encontrar um planeta morto. Escondendo-se atrás desse planeta estava uma nave base Cylon.

A patrulha de Vipers encontrou cinco planetas em orbitas algo dispersas. O primeiro planeta era um gigante, composto por 80% de hidrogénio comprimido e 12% de hélio. O segundo planeta era quase inteiramente composto de gás comprimido de dióxido de carbono. O terceiro planeta não tinha atmosfera, apenas pedra crua. Contrastando com o nosso sistema solar, os nosso quatro primeiros planetas estão numa órbita relativamente próxima e Mercúrio, o nosso primeiro planeta, é pequeno e quase sem nenhuma atmosfera.

As transmissões não vieram do sistema local, mas de outro, cujo o tempo e distância da Galactica é desconhecido. Em resumo, é desconhecido portanto o quanto a Galactica estava perto ou longe da Terra.

[ Incidentalmente, existe um buraco de 11 anos entre a aterragem na Lua pela Apollo e o período em que acontece Galactica 1980, no entanto a série em si é baseada na premissa que existe um buraco de 30 anos entre a descoberta da Terra e a destruição das Colónias. ]

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E18. A Galactica chegou eventualmente a encontrar a Terra?

Na sua entrevista à Epi-Log Journal #14, argumentou que os eventos de Galactica 1980, incluindo a descoberta da Terra, podiam ser explicados facilmente e subsequentemente esquecidos:
Se for da maneira que eu quero, Galactica 1980 seria certamente um pesadelo de Starbuck e nós poderíamos voltar ao conceito original. Acho que se Dallas pôde tornar uma época inteira num sonho nós podemos fazer o Starbuck acordar no meio da noite depois de ter tido o pesadelo acerca da descoberta da Terra.
Mais provavelmente, ele argumentou, a série poderia ser explicada como uma projecção por computador do que a descoberta da Terra poderia ser se não tivessem cuidado, não muito diferente do ataque Cylon simulado no piloto de Galactica 1980.

Em todo o caso deve ser tomado como certo que a Galactica iria eventualmente encontrar o seu destino. A localização da Terra era revelada aos Galacticanos em "War of the Gods" (A Guerra dos Deuses):

Terra—quadrante alfa, 19 milhões de sectars por vector circular Epsilon curso estimado de 000 ponto 9 num sistema de nove planetas e um sol.
Se as transmissões da missão de aterragem na lua Apollo em "The Hand of God" (A Mão de Deus) têm que ter algum significado, é que a Galactica estava certamente no caminho certo.

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E19. Qual era a premissa de Galactica 1980?

Oficialmente, Galactica 1980 passava-se 30 anos depois dos eventos de Battlestar Galactica. Todos os membros do elenco original ou estavam mortos, desaparecidos ou nunca vistos em Galactica 1980, com a excepção do Comandante Adama e Boomer (agora Coronel, substituindo Tigh). O Capitão Troy (um Boxey adulto) e o Tenente Dillon eram cópias de segunda de Apollo e Starbuck. Outros novos personagens incluem o génio "teenage" Dr. Zee, um membro renegado do Conselho (Xavier), e uma repórter de televisão (Jamie Hamilton.)

Na estreia de três horas, "Galactica Discovers Earth" (A Galactica Descobre a Terra), a Galactica tinha por fim descoberto a Terra (c. 1980). Infelizmente para Adama e companhia foi a descoberta de que os Cylons os tinham vindo a seguir através de toda a galáxia. A Galactica descobre que a tecnologia da Terra estava tão atrasada que a colonização da Terra seria impossível, até que a Terra a pudesse elevar a um nível que lhes permitisse defenderem-se sozinhos contra os Cylons.

Um dos elementos da trama involvia os Galacticanos a contactar um dos melhores cientistas da Terra para ajudar a Terra a trazer a sua tecnologia aos "standards" da Galactica. Um elemento adicional de viagem no tempo envolvia Xavier, que viajava para o passado para ajudar nos planos de mísseis da Alemanha Nazi na sua tentativa de melhorar a tecnologia da Terra. Estes elementos foram geralmente ignorados na série de curta vida que se seguiu.

Os restantes episódios eram na melhor das hipóteses desapontadores, estorvados pelo seu horário na TV e o orçamento de baixo custo. Os temas variavam desde poluição ("The Super Scouts") até ao racismo ("Space Croppers"). Outra história tinha os Cylons a despenharem-se em Nova York na noite de Hallowen ("The Night the Cylons Landed"), e até uma aparição de Wolfman Jack. Uma das histórias a decorrer tinha um grupo de super-poderosas crianças da Galactica encalhados na Terra. O "poder" deles era resultado da baixa gravidade da Terra, e as super-crianças usam-nos em toda a sua extensão para ganhar um jogo de baseball em "Spaceball".

O único episódio memorável na série foi o seu último ("The Return of Starbuck" - O Regresso de Starbuck), que revela a origem do Dr. Zee e a sua ligação com Starbuck.

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E20. O Starbuck não ficou perdido num planeta? O que é que lhe aconteceu?

Em "The Return of Starbuck" (O Regreso de Starbuck) da Galactica 1980, o personagem de Dr. Zee tem uma sequência de sonho com Starbuck. A nave de Starbuck fica danificada em batalha e despenha-se num planeta desolado, com os destroços de um Raider Cylon. A necessidade de companhia e os seus instintos de sobrevivência levam Starbuck a restaurar um dos centuriões Cylon ("Cy" ou Cyrus).

O programa segue de perto a trama da novela Enemy Mine de Barry Longyear, quando Starbuck e Cy são forçados a ajudarem-se mutuamente para sobreviverem. Depois Starbuck faz batota a jogar pirâmide, Cy foge e, mais tarde, volta com um corpo de uma mulher grávida, Angela. No curso do episódio, Angela dá à luz a sua criança (o futuro Dr. Zee), e Starbuck e Cy montam uma nave com partes de ambos o Raider e do Viper para enviarem a mãe e a criança (o futuro Dr. Zee) para segurança.

No fim do episódio, um outro Raider Cylon aterra no planeta, e os seus três ocupantes começam a atacar Starbuck. Por lealdade para com o seu novo amigo, Cyrus confronta e mata dois dos Cylons e, no processo, ele próprio é destruído. Starbuck acaba com o terceiro Cylon e fica outra vez sozinho.

Será que o Starbuck escapa? Sozinho, provavelmente não. Em "The Hand of God" (A Mão de Deus), é revelado que os raider Cylon requerem um mínimo de dois pilotos para o manobrar. A não ser que Starbuck reconstrua um dos Cylons (talvez Cyrus) ou manipule os circuitos do Raider para poder ser pilotado por apenas um piloto, Starbuck permanecerá encalhado.

[ Um dos guiões não filmados de Galactica 1980, "Wheels of Fire", gira em torno da ideia de que Starbuck, considerado "digno" neste episódio, é salvo por Angela e pela Nave das Luzes (de "War of the Gods" - A Guerra dos Deuses), e que ele se torna num Anjo. ]

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E21. Existem paralelismos entre Battlestar Galactica e o Mormonismo?

Sim, existem. Glen Larson (produtor e criador) é um membro da The Church of Jesus Christ Latter-day Saints, a partir daqui referida como "Mormon" ou Igreja de Latter-day Saints (LDS). Algumas das ideias em Galactica são indiscutivelmente de origem Mormon.

1. Em Battlestar Galactica, doze tribos do homem fundaram Doze Colónias depois de partirem de Kobol. Uma, desaparecida, décima terceira colónia colonizou a Terra. Em The Book of Mormon, por volta de 600 A.C., o profeta Lehi pegou nos restantes membros da tribo de Joseph de Jerusalém para a antiga América, durante o tempo de cativeiro da Babilónia e o espalhar das doze tribos de Israel.

2. Em "Lost Planet of the Gods" (O Planeta Perdido dos Deuses), é revelado que a Humanidade teve origem em Kobol, o mundo mãe de todos os humanos. Kobol é uma reformulação da palavra Kolob, que é a estrela "mais próxima do trono de Deus" (ver The Book of Abraham, Cap. 3, encontrado em The Pearl of Great Price). A "estrela Kobol" era também a nave em que a conversações para o armistício entre os Coloniais e os Cylons teve lugar.

3. O episódio "War of the Gods" (A Guerra dos Deuses), em que aparecem o Conde Iblis e a Nave das Luzes, introduz os espectadores a vários elementos dos ensinamentos LDS. O universo está sob a lei de Agências Livres: "Nós não podemos interferir com a liberdade de escolha. A dele, vossa, de ninguém." Mesmo o Conde Iblis (Satanás) está regido por estas leis, pois ele só tem controlo sobre aqueles que lhe "deram livremente o domínio." Aqueles que aceitaram as palavras de Iblis estavam dispostos a seguí-lo cegamente desde que este lhes garantisse a sua segurança. De acordo com a visão Mormon da criação (The Book of Moises, Cap. 4 , encontrado em The Pearl of Great Price), uma das razões porque Deus baniu Satanás do paraíso foi porque ele "procura destruir a agência do homem."

4. Os seres da Nave das Luzes são irmãos altamente evoluídos do homem, e podem também ter fundado Kobol. A frase "Como vocês são agora, nós fomos uma vez; como nós somos agora, vocês podem vir a ser" é uma reformulação de palavras de uma citação de Lorenzo Snow: "Como o homem é, Deus uma vez foi; como Deus é, o homem pode vir a ser." Está é um componente importante na doutrina da Progressão Eterna. De acordo com as crenças LDS, todos os humanos são crianças de Deus, que é ele próprio um homem exaltado. Por seguir as leis de Deus, um crente pode entrar no percurso para a infância de Deus.

5. Na sua cerimonia de selagem, Adama sela Apollo e Serina com estas palavras: "Um união entre este homem e esta mulher não apenas para agora mas para toda a eternidade." Num templo de casamento Latter-day Saint, um casal é selado pelo "tempo e toda a eternidade."

6. Existe uma similaridade na estrutura política das Colónias e da Igreja Latter-day Saints. Ambos os corpos têm um Conselho (ou Quorum) dos Doze, e um Presidente.

7. No episódio "The Super Scouts" de Galactica 1980, Dillon usa a frase "A glória do universo é a inteligência," uma reformulação de palavras de uma passagem em Doctrines and Covenants #93: "A glória de Deus é a inteligência, ou, noutras palavras, luz e verdade." Em "Experiment in Terra" (Experiência em Terra), abordo da Nave das Luzes, o "anjo" John diz a Apollo "Eu não tenho corpo físico, como tu o conheces." Apollo, apontando para o "corpo" de John, pergunta-lhe "O que chamas a isso?" "Uma reflexão de inteligência. O meu espirito, se preferires." Mais tarde em "The Super Scouts", Dillon fez a observação que estava a admirar "esta terra escolhida." Isto é uma variação da descrição das Américas no Book of Mormon "Esta terra é escolha sobre todas as outras terras" (1 Nephi, Cap. 2 . et al.)

Aqueles que têm mais questões sobre as doutrinas LDS ou Mormonismo em geral podem consultar o newsgroupsoc.religion.mormon. Partes interessadas são também incentivadas a visitar a página LDS Internet Links em:
http://www.ldsworld.com/links

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E22. É a expressão "F*** Off" visível no ataque a Caprica?

Em Epi-Log Journal #14:
As palavras "Fuck Off" podem ser vistas claramente escritas nas luzes de Caprica cerca de trinta minutos dentro do [piloto] filme. Veja com atenção logo a seguir à transmissão de notícias, feita por Serina, ser cortada pelos sons de raios laser. A próxima cena mostra quatros caças Cylon a voar sobre a cidade e quando o terceiro caça chega ao centro do ecrã de TV, as palavras ofensivas podem ser vistas imediatamente à sua direita. Elas estão ainda mais claras na foto-novela da Battlestar Galactica publicada pela Berkley.
Esta imagem com uma aproximação e melhoramento está disponível numa página separada. Nota, a mesma cena foi também mostrada como uma sequência de "flashback" em "Murder on the Rising Star" (Homicídio ne Espaço).

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P1. Que livros e periódicos existem relacionados com BSG?

Aqui está uma lista de publicações oficiais e livros produzidos por fãs indispensáveis ao colecionador de Galactica. Uma lista mais completa de todos os livros e periódicos pode ser encontrado no documento relacionado, The Battlestar Galactica Registry (NT: Documento não traduzido).

1. Publicações oficiais

1. Adaptações da Berkley

No total, Berkley/Ace lançou 14 livros de bolso da Battlestar Galactica. Os primeiros foram adaptações dos episódios, e os últimos quatro histórias totalmente novas. Todos eles já não são impressos. Se tiveres sorte, a tua loja local de livros usados pode ter alguns na prateleira.
[NT: Em Portugal estes livros foram publicados pela Europa-América, muitos deles podem ainda ser encontrados nas livrarias, com relativa facilidade. Embora os quatro primeiros, sejam difíceis de adquirir, pois são capazes de estar esgotados, podem se encontrar em lojas ou bancas de livros antigos.]

Glen Larson é creditado como co-autor de todos os 14 livros. A lista de autores inclui: Robert Thurston1, Michael Resnick2, Nicolas Yermakov3 e Ron Goulart4.

Aqui está a lista dos livros da Berkley e os episódios que eles adaptam:

NºEA Livro ADAPTA ANO
1 Battlestar Galactica1
(A Estrela-de-Batalha)
Battlestar Galactica piloto 1978
2 BG 2: The Cylon Death Machine1
(A Armadilha Mortal)
"Gun on Ice Planet Zero" 1979
20 BG 3: The Tombs of Kobol1
(Os Túmulos de Kobol)
"Lost Planet of the Gods" 1979
45 BG 4: The Young Warriors1
(Os Jovens Guerreiros)
"The Young Lords" 1980
49 BG 5: Galactica Discovers Earth2
(A "Galactica" descobre o Planeta Terra)
Galactica 1980 piloto 1980
82 BG 6: The Living Legend3
(A Lenda Viva)
"The Living Legend" 1982
85 BG 7: War of the Gods3
(A Guerra dos Deuses)
"War of the Gods" 1982
99 BG 8: Greetings From Earth4
(Saudações da Terra)
"Greetings from Earth" 1983
111 BG 9: Experiment in Terra4
(Experiência na Terra)
"Experiment in Terra" "Baltar's Escape" 1984
114 BG 10: The Long Patrol4
(A Longa Patrulha)
"The Long Patrol" 1984
123 BG 11: The Nightmare Machine1
(A Máquina do Pesadelo)
(novo) 1985
140 BG 12: "Die, Chameleon!"1
(Morre Camaleão)
(novo) 1986
141 BG 13: Apollo's War1
(A Guerra de Apollo)
(novo) 1987
147 BG 14: Surrender the Galactica!1
(Rende-te Galactica!)
(novo) 1988
2. Battlestar Galactica: The Photostory (Berkley, 1978)
3. The Official Battlestar Galactica Scrapbook (Grosset & Dunlap, 1978), by James Neyland
Lançado na mesma altura que a série, este livro é um recurso inestimável sobre o programa e os seus criadores e estrelas.
4. Encyclopedia Galactica: From the Fleet Library Aboard the Battlestar Galactica (E.P. Dutton, 1979), by Bruce Kraus
Uma curta enciclopédia ilustrada de pessoas, lugares e coisas sobre o Universo da Galactica. Pobremente editado, e com alguns conflitos com a série (especialmente com a linha temporal). Ilustrações agradáveis.
5. The Battlestar Galactica Storybook (G.P. Putnam, 1979)
Um livro ilustrado com a história da estreia. Excertos de texto da novelização de Robert Thurston.
6. Stan Lee Presents: Battlestar Galactica (Ace, 1978)
Versão de bolso da adaptação da revista de banda desenhada Marvel Super Special #8.
7. Stan Lee Presents: Battlestar Galactica Vol. II (Ace, 1979)
Versão de bolso dos números #4-#6 das revistas da BSG da Marvel.
8. The Official Battlestar Galactica Blueprints (Today Press)
Dez "blueprints" da Battlestar Galactica, Vipers Coloniais, Basestars e Raiders Cylon.
9. Battlestar Galactica Soundtrack Album (MCA-3051, 1978)
A banda sonora oficial do filme/estreia em 12" LP. Também disponível como CD importado da Alemanha (ver #10).
10. Kampstern Galactica (Battlestar Galactica)" (Edel, TCS 104-2)
Este é um lançamento Alemão da banda sonora original. O CD pode ser encomendado através da CD Europe em http://www.cdeurope.com.
11. The Saga of Battlestar Galactica (MCA-3078,1979)
12" LP narrado por Lorne Greene, com o elenco original, acompanhado por música da Los Angeles Philharmonic.
12. The Stu Phillips Anthology: Battlestar Galactica (SPCD 01/04)
Colecção especial de 4-CD de temas musicais dos episódios, por Stu Phillips, lançado em 1996.

2. Fandom

1. Galactica Stuff: A Colonial's Guide to the Galaxy, by Sharon Monroe
Segunda edição revista da Clean Slate Press é um dos melhores livros de sempre sobre a Galactica, e inclui um guia detalhado dos episódios, um glossário detalhando todos os termos obscuros usados Galactica!
2. Galactic Sci-Fi Series Revisited (Cinemaker Press, 1995), by Steven Simak
Este é um livro cujo o principal foco é a Battlestar Galactica e inclui entrevistas com as estrelas e equipas de produção, um guia de episódios, episódios não filmados, cobertura das novelas e das revistas da Marvel e mais. Coleccionado a partir de material que apareceu originalmente em revistas, Not of This Earth, Special Edition #1, e Epi-Log Journal #14 e #15. Disponível pela Star*Tech.

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P2. Quem é que posso contactar para material de fãs da Battlestar Galactica?

O material de fãs acima pode ser comprado no seguinte endereço: [NT: Tens que escrever em Inglês, e todo o material disponível é também em Inglês.]
  1. Clean Slate Press c/o Sharon Monroe
    Rolling Hills Drive
    Eagen MN, 55121
    USA
    E-Mail: MonroeLDM@aol.com

  2. Star*Tech
    P.O.Box 456
    Dunlap TN, 37327
    USA
    [enviar $1 US para catalgo, $2 para catalgo vídeo]
Uma lista mais completa de endereços pode ser encontrada no documento relacionado, Battlestar Galactica Fandom (NT: Documento não traduzido).

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P3. Que material está disponível na Internet sobre Battlestar Galactica?

Esta secção cobre informações e outros materiais relacionados com a Battlestar Galactica através da World Wide Web, E-mail e Usenet news.

1. The Battlestar Galactica Home Page

A mais extensiva colecção de documentos online em qualquer parte é a Battlestar Galactica Home Page, mantida por Mark F. Heiman ( mheiman@carleton.edu , que apareceu pela primeira vez em Maio de 1994 e se moveu para o seu próprio domínio em Novembro de 1997. Aqui pode encontrar uma vasta quantidade de material de arquivo, incluindo uma copia deste FAQ, guia de episódios e outras informações úteis. É casa de imagens e sons da série, fan fiction, software (fonts, temas de desktop), links para outros Sites sobre a Galactica e as últimas noticias sobre a campanha de revivalismos da Battlestar Galactica. Para ver a Battlestar Galactica home page, aponta o teu browser da WWW para:
http://www.kobol.com/

2. The Battlestar Galactica mailinglist

A mailinglist da Battlestar Galactica já esteve em nada menos que seis servidores de mail desde o seu início em Maio da 1994. Apesar destas dificuldades a lista tem mantido uma quase contínua existência e é provável que se mantenha nos próximos tempos.. Informação completa em como subscrever à mailinglist currente pode ser encontrada na secção de Internet Resources num documento separado, Battlestar Galactica Fandom (NT: Documento não traduzido). Arquivos digeridos da mailinglist de 1994 podem ser também acedidos pela Battlestar Galactica home page do Mark Heiman.

3. Usenet News

Fora da mailing list, a maioria das discussões sobre BSG tomam lugar no Usenet newsgroup, rec.arts.sf.tv. Outros newsgroups relevantes incluem vários newsgroups na hierarquia de coleccionadores, onde mercadoria da Galactica é frequentemente comprada e vendida.

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C1. Quem é Glen Larson?

Glen A. Larson é um escritor e produtor de televisão e o criador de Battlestar Galactica. Antes de entrar no negócio da televisão, Larson era um membro de um grupo musical The Four Preps. Larson estreou-se no negócio da televisão como escritor para It Takes a Thief, antes de passar ao papel de editor de histórias e produtor de vários outros programas de televisão. Os impressionantes créditos de Larson, como criador, produtor ou escritor, incluem It Takes a Thief, Alias Smith and Jones, Get Christie Love!, McCleod, Switch, The Six Million Dollar Man, Quincy, The Hardy Boys/Nancy Drew Mysteries, Battlestar Galactica, Galactica 1980, Sword of Justice, B.J. and the Bear, The Misadventures of Sheriff Lobo, Buck Rogers in the 25th Century (Buck Rogers no século 25), Magnum P.I., Fitz and Bones, The Fall Guy, Knight Rider (O Justiceiro), Trauma Center, Manimal, Automan, Masquerade, Cover Up, Half Nelson, The Highwayman, P.S. I Luve U, and One West Waikiki. Ele é presentemente o produtor executivo de NightMan e Team Knight Rider (Soldados da Justiça).

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C2. Quem é John Dykstra?

John Dykstra é mais conhecido como o produtor de efeitos especiais para Star Wars (A Guerra das Estrela), e também produtor de efeitos especiais para Battlestar Galactica. O seu trabalho pode ser visto na estreia, "Lost Planet of the Gods" (O Planeta Perdido dos Deuses), e "Gun on Ice Planet Zero". Ele trabalhou em vários filmes de grande orçamento de Hollywood, incluindo The Andromeda Strain, Silent Running, Star Wars, Battlestar Galactica, Star Trek: The Motion Picture, Close Encounters of the Third Kind, Lifeforce, Invaders from Mars e Batman Forever. Dykstra já não está associado à ILM, mas ainda está activo no negócio. Trabalhando com um grupo de gráficos por computador, compôs recentemente um spot para o The Sci-Fi Channel, combinando animação por computador com miniaturas e modelos.

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C3. Quem são as outras pessoas criativas da Battlestar Galactica?

Leslie Stevens
Produtor sénior. Leslie Stevens é um veterano da ficção científica, tendo trabalhado em The Outer Limits. Stevens também trabalhou com Larson em McCleod e Buck Rogers of the 25th Century (Buck Rogers no século 25) e produziu outros programas de televisão, incluindo Stoney Burke, e Search.
Don Bellisario
Produtor. Mais conhecido como o criador e produtor de Quantum Leap (O Viajante do Tempo) e Jag, Bellisario escreveu ou realizou quase metade dos episódios da Galactica. Os créditos de Bellisario também incluem Magnum P.I., Airwolf, e Tales of the Golden Monkey.
Jean-Pierre Dorleac
Como director de trajes, Dorleac trabalhou com Larson em vários programas de televisão. incluindo Sword of Justice, Battlestar Galactica, Buck Rogers, The Fall Guy, e One West Waikiki, e também Quantum Leap e Tales From The Golden Monkey de Don Bellisario. Outros créditos de televisão incluem The Bastard (pelo qual recebeu uma nomeação para um Emmy), e Mae West. Créditos de cinema incluem Barbarella (como artista de esboço), Somewhere in Time (pelo qual recebeu uma nomeação da Academy Award), The Blue Lagoon (A Lagoa Azul), Hearts and Souls, e Leave It To Beaver.

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C4. Que outros trabalhos é que as estrelas de Battlestar Galactica realizaram?

Para informações sobre a careira e biografia de actores da Battlestar Galactica, consultar o documento separado, Battlestar Galactica Actors Other Roles List (NT: Documento não traduzido).

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C5. Quais as estrelas de Galactica que participaram em episódios de Star Trek?

Muitas estrelas de Battlestar Galactica apareceram em episódios de Star Trek (O Caminho das Estrelas). John Colicos (Baltar) fez de Klingon Kor em "Errand of Mercy" em Star Trek e repetiu o papel da personagem no episódio de Star Trek: Deep Space Nine "Blood Oath" e "The Sword Of Kahless". Ed Begley, Jr. (Greenbean) apareceu como o vilão Henry Starling no episódio de duas partes "Future's End" de Star Trek: Voyager. George Murdock (Dr. Salik) apareceu como um almirante da Starfleet no episódio "The Best of Both Worlds" de Star Trek: TNG, e Brock Peters (Chefe Opositor Solon, "Murder on the Rising Star"), apareceu como o Almirante Cartwright em Star Trek IV e Star Trek VI. Paul Fix (Comandante Kronus, "Take the Celestra") aparece como Dr. Mark Piper no episódio "Where No Man Has Gone Before" de Star Trek: TNG. E até o Q de Star Trek: TNG, John DeLancie, fez de guarda da Aliança Oriental em "Experiment in Terra" (Experiência em 'Terra').

Uma lista mais detalhada de actores da Galactica que entraram em Star Trek (O Caminho das Estrelas), pode ser encontrado no documento relacionado The Battlestar Galactica/Star Trek Crossover List (NT: Documento não traduzido).

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